Os Anjos Guardiães — PARTE 3

Este texto contém informações de duas palestras de Cosme Massi sobre os anjos guardiães, proporcionadas pela colaboração do IDEAK com o Centro Espírita Apóstolo Matheus (17/07/2017, Uchôa–SP) e com o Lar Espírita Alvorada Nova (03/12/2017, Parnamirin–RN).

Transcrição de Rui Gomes Carneiro.


E a mensagem desses dois Espíritos superiores continua no mesmo tom esclarecedor e convidativo à harmonia com os anjos guardiães. A prece é um ponto fundamental na ligação com o anjo da guarda. Fazer prece é como ligar com o celular para um amigo e conversar; fazer prece ao anjo guardião todos os dias é um treino para ouvi-lo, vamos aprendendo a ouvi-lo em nosso íntimo, e isso é muito importante.

E é curioso: às vezes ficamos na dúvida de ele ter respondido ou não. Isso acontece quando ele acha que é importante não termos a certeza de que a resposta foi dele, para evitar que sigamos uma ideia só porque ela veio dele, e não porque tenhamos entendido que aquilo é o correto.

Desta forma teremos que concluir, pela razão, que aquele caminho é o melhor; não vamos seguir aquela orientação só porque o anjo guardião a sugeriu. O que importa é que o indivíduo aja de maneira correta porque foi essa a ação que ele julgou ser a certa, por sua qualidade, pela razoabilidade. As vezes o indivíduo já estava decido a fazer algo de determinada maneira, não havia pensado em outra possibilidade, ou não havia pensado nas consequências que adviriam de sua ação, e aí a sugestão do protetor lhe vem como pensamento seu, misturado aos seus pensamentos. E ele escolhe o que fará! Isso é importante para que o indivíduo possa escolher com a sua liberdade, porque ele acha que é o justo, que é o correto, que é o adequado.

Interação do protegido com o anjo guardião

No entanto, outras vezes o anjo da guarda se identifica: ouve-se uma voz dizer em segunda pessoa — “Faz tal coisa!” —, e você não tinha pensado naquela possibilidade. Nesse caso não se tem dúvidas de que o conselho veio de fora, não foi um pensamento próprio da pessoa.

Assim, a inteligência divina permeia todo esse processo! Imagine se o anjo guardião se identificasse sempre: o protegido poderia agir como o sugerido por ser uma recomendação dele, embora não fosse de seu gosto. Esse indivíduo não iria aprender nada, nunca iria mudar, ficaria sempre obedecendo cegamente a um Espírito! É preciso seguir por concordar com aquilo profunda e plenamente, porque compreendeu que aquilo é o correto, não está fazendo porque foi seu anjo da guarda quem o sugeriu e portanto não trará prejuízos.

Às vezes ele dá uma orientação, e essa orientação se mistura com os pensamentos do protegido, que pode pensar assim: “Nossa, que ideia boa que eu tive! Eu sou bom mesmo!”, mas foi a sugestão do protetor misturada com o seu pensamento. No entanto, o anjo deixa que ele pense assim, e tenha o mérito pela escolha! Ao dar uma ideia, o que ele queria era exatamente que o protegido pensasse que a ideia fora sua, e tomasse uma decisão por sua livre escolha. 

Portanto, saber diferenciar ideias boas das más é importante; só assim se pode separar o que é uma ideia vinda do anjo guardião daquelas que vêm de Espíritos imperfeitos, da terceira ordem, que querem atrapalhar a vida do outro por inveja, por ciúme, ou por vingança: prejudicados quando encarnados, agora como Espíritos livres buscam induzir ao erro através de pensamentos que sugerem ações ruins.

Para separar os bons dos maus conselhos é necessário que se saiba separar o bem do mal, e para isso deve-se usar a razão: “Eu vou escolher isso porque é isso que está de acordo com a lei de Deus.” É preciso distinguir o bem do mal para só ter boas ações, mas não porque foi o anjo que falou, mas porque a pessoa compreendeu o que é o bem e o que é o mal.

Portanto, não é na assinatura da mensagem que temos que prestar atenção; é na qualidade do conhecimento, que precisamos aprender a avaliar. Vem um pensamento, e, antes de realizá-lo, analisamos: é bom ou ruim?

Algumas vezes o anjo da guarda se identifica, e sabemos que é ele porque ele fala em segunda pessoa em nosso pensamento. Por isso Kardec diz, no item 159 de “O Livro dos Médiuns” que, nesse sentido de receber essas influências do anjo guardião, todos nós somos médiuns. Não é preciso ser médium audiente para ouvir o anjo guardião; todas as pessoas ouvem seu anjo guardião, dessas duas maneiras: a maneira sutil, misturada com os próprios pensamentos, que é a mais frequente, e a maneira direta, quando ele acha que é importante que o protegido identifique que é uma ideia, um pensamento que veio de fora, que não é um pensamento próprio.

Assim, essas duas formas de comunicação com o anjo guardião estão presentes em todos os homens, sejam eles médiuns ou não médiuns. Ser médium audiente, vidente, psicofônico é uma qualidade orgânica; a capacidade de receber a influência do anjo de guarda é de todos.

Por isso Kardec diz que a palavra “médium” tem dois significados: o significado lato, amplo, em que todo o mundo é médium, e o sentido restrito, como audiente, psicofônico, psicógrafo, etc.,  em que nem todo o mundo é médium. É claro que quando se fala que “fulano é médium”, está-se referindo ao sentido específico, restrito. Então o anjo guardião se comunica sempre com seus protegidos, mas é importante aprender a ouvi-lo, prestar atenção nas ideias, confrontá-las com o código moral de Jesus.

Desta forma, a pessoa erra ao dizer que é atrasada e o seu anjo da guarda não é evoluído; não existe anjo guardião pouco evoluído; todo anjo da guarda é, no mínimo, um Espírito bom!

Em geral, todos nós somos da terceira ordem: alguém que comete um assassinato e sente prazer, comete o crime sorrindo, é da terceira ordem. “Ah, mas eu não faço isso, então não sou da terceira ordem.” Mas sente ciúmes, raiva, inveja? Se sente, é da terceira ordem! E o anjo da guarda do criminoso é da segunda ordem, como o nosso. Mesmo que este outro seja um criminoso, seu anjo da guarda é da segunda ordem!

Portanto, as emoções que levam o criminoso a cometer seus delitos são as mesmas que nós sentimos; a diferença é que ele as extravasa, isto é, ele realiza os desejos hediondos que decorrem dessas emoções. Nós temos essas mesmas paixões ruins, mas elas estão misturadas com paixões boas, com outras emoções boas, e só às vezes extravasamos as ruins. Mas é possível que não o façamos por medo: não matamos uma pessoa, apesar de estar com raiva e desejar fazê-lo, por termos medo de ser presos; mas matamos um inseto com raiva, a mesma emoção sentida pelo criminoso: a raiva está no interior da alma.

Alguém pode dizer: “Eu não mato meu inimigo porque eu não quero ser preso”.  Mas se ele se tornar poderoso e não puder ser preso, vamos ver um déspota assassinando os seus inimigos, porque agora não haverá punição. Outras vezes não fazemos o mal por falta de oportunidade. Às vezes “é a ocasião que faz o ladrão”, como diz o ditado popular; a pessoa fala “Ah, eu não roubaria em circunstância nenhuma”, mas aí surge uma oportunidade e ela se desiquilibra! Quem sabe do que somos capazes, não é?

É por isso que uma paixão ruim pode, em determinadas circunstâncias, se manifestar. “Ah! eu nunca agredi ninguém!”, diz um indivíduo. Mas aí surge uma oportunidade e ele agride, prazerosamente, aquele a quem odiava em silêncio. Não agredira antes por falta de oportunidade, não por ser virtuoso!

Quantas pessoas se dizem honestas, mas aí surge uma oportunidade de se apropriar de um patrimônio alheio sem que ninguém veja, sem nenhum risco de serem presas, e elas aproveitam, e roubam! Vemos isso quando um caminhão sofre um acidente e derruba a carga; pessoas param seus carros e vão lá pegar as mercadorias que caíram; o que é isso, senão roubo? É roubo, pura e simplesmente, já que roubo é se apropriar do que não lhe pertence, sem o consentimento do dono. Mas é o de sempre, ele está fazendo isso porque não tem chance de ser punido. O nosso sistema judiciário, o nosso sistema legal, não é capaz de pegá-lo. Mas, tecnicamente, ele é um ladrão.

Por que isso acontece? Ele não tem um freio moral para esse sentimento que conduz a atos de desonestidade, e se esse sentimento se manifesta em um momento em que não há possibilidade de ser punido, ele rouba, ou comete outro crime. A emoção ruim está com ele, em sua alma, é só uma questão de oportunidade para ela se manifestar. É uma paixão ruim causada por um valor ruim existente na alma. É esse valor ruim que tem que ser substituído por um valor bom, por uma virtude.

E quando se ensina para as crianças coisas absurdas, e tão repetidas, como “achado não é roubado, quem perdeu foi relaxado”?  Aquilo que foi achado pertence a quem achou? Ele tem autorização do dono para ficar com aquilo? Ficar com algo que não lhe pertence sem o consentimento do proprietário tem nome: isso se chama roubo. Não há sofisma que se invente para evitar a conclusão simples de que se trata de um roubo. Desta forma, é preciso ensiná-las que ao achar um objeto deve-se procurar a pessoa que o perdeu; se foi achado na escola, deve deixar o objeto com a sua Direção; se foi em um local público, deixe em um “achados e perdidos” ali perto; sempre é possível procurar saber quem perdeu aquele objeto. Mas ensina-se o errado, que, se achou, pode ficar com o objeto, agora é seu!  Aí nós temos empresários desonestos, políticos desonestos, mas essa desonestidade vem sendo construída desde a educação doméstica.

O ensinamento de não roubar está no Velho Testamento, está em Moisés, de 4.000 anos atrás. Jesus confirmou a Lei Moral de Moisés, e o Espiritismo fez o mesmo. Kardec coloca os 10 mandamentos como um código divino que o espírita deve viver.

Estes vícios morais são consequências do não controle das paixões ruins. Sentir raiva, odiar, ser agressivo, ter ciúme, tudo isso leva a ações ruins, e o infrator vai ter que arcar com as consequências de suas ações. Embora a justiça humana possa não o pegar, a justiça divina pega sempre. Sempre se responde pela conduta equivocada.

Importância do Espírito protetor

Assim, o anjo guardião é imprescindível em nossas vidas para nos orientar, nos alertar; quando erramos já percebemos, é ele, como diz Kardec, atuando na consciência: “Não faça isso! Pense que só depende de você não deixar que as suas emoções ruins o dominem.” Então ele sempre oferece sugestões, ideias, sempre atua sobre nossa consciência para que nos sintamos mal com o mal que fizermos, mesmo que sem a intenção de prejudicar alguém. A função do anjo guardião, a sua missão, é a transformação moral do seu protegido. Essa é a missão dos anjos guardiães: contribuir para a nossa evolução moral.

Por isso eles atuam no nível da consciência, porque ao ser incomodados, analisamos a situação; se estamos incomodados, é preciso prestar atenção, refletir, corrigir, acertar. Somos Espíritos imperfeitos, ainda cometeremos muitos erros, mas que sejam erros novos, não os antigos! É preciso aprender com os erros, e não os repetir; lembremos de Jesus com a mulher adúltera: ninguém te condenou e eu não te condeno também; vai e não tornes a pecar.

As nossas emoções nos levam a condutas equivocadas; nós agredimos pessoas que amamos, somos brutos com a esposa, com o filho, com um companheiro de jornada, com um amigo de trabalho, e depois nos arrependemos, vem aquele incomodo da consciência e lamentamos pela grosseria, pela agressão. O incômodo é a voz do anjo guardião na sua consciência, alertando para o erro, para a necessidade de reparar o equívoco. 

Desta forma, procuremos a pessoa que agredimos e, humildemente, peçamos desculpas: amigo, esposa, filho, eu errei; desculpa, eu errei, fui grosso e não devia ter sido. isso fará que com o tempo a sua grosseria vá diminuindo, e então vamos nos tornando mais amáveis, mais delicados, mais afáveis, porque aprendemos a vencer aquela paixão ruim que comandava nossa alma. O anjo da guarda sempre nos alerta para refazermos caminhos equivocados que estejamos trilhando.

Nós nos equivocamos todos os dias; às vezes já acordamos mal-humorados, perdemos a paciência, somos grosseiros, cometemos uma atitude indevida, e é por isso que somos Espíritos imperfeitos; mas não podemos nos conformar com isso: temos que mudar nossos sentimentos, aproveitar o incômodo da consciência para aprender. Errou? Corrija! Errou de novo? Corrija de novo! Errou mais uma vez? Corrija mais uma vez! E aí, à medida em que vão sendo corrigidos, os erros morais vão desaparecendo; de tanto serem corrigidas, aquela raiva, aquela grosseria, aquela injustiça que praticamos durante tantos anos com a esposa, com filhos, com companheiros de jornada vão sendo substituídos por compreensão, tolerância, paciência, afabilidade.

Portanto, vamos nos modificar à medida em que ouvirmos nossa consciência, que é esse pensamento íntimo que nos alerta daquilo que precisamos corrigir em nós. É papel do anjo guardião atuar no mundo íntimo de seu protegido, ajudando-o a identificar seus erros, alertando-o para não tornar a errar e, caso isso aconteça, ajudando-o a se levantar novamente e corrigir-se, quantas vezes forem necessárias.

Mas, depende do nosso esforço, da nossa perseverança: sem alimentar o remorso, sem se fazer de vítima. “Ai, eu sou assim, mesmo, eu sou um pobre coitado, eu não consigo!” É claro que consegue, mas é preciso tentar novamente, ser perseverante e esforçado, e tentar de novo, tentar de novo, tentar de novo, até mudar. Esforço e perseverança: pedir desculpas 10, 20, 40 ou 50 vezes, é preciso perseverar no esforço, e as paixões ruins vão acontecendo mais espaçadas: o indivíduo errava todos os dias, mas se esforça, se desculpa, repara quando pode, e assim procede a cada queda; aí passa a ser agressivo a cada 2 ou 3 dias, mas toda vez que erra pede desculpas,  e então só erra a cada 15 dias, depois 20 dias, um mês, uma vez por ano, sempre se desculpando, sempre se corrigindo e, finalmente, não comete mais.

À medida que se insiste na correção do vício moral ele vai se apagando dia a dia; mas se deixarmos para lá — “Já fiz mesmo, ele que aguente, é assim que eu sou” — então continuaremos a errar com outra pessoa, e outra pessoa, e outra pessoa e não venceremos aquela paixão ruim, porque a estaremos alimentando, deixando que ela se instale em nosso coração, permitindo que ela crie raízes, e então ela vai aparecer de novo. Se não combatermos o ciúme, a inveja, as paixões ruins em geral, elas vão se manifestar, vão reaparecer muitas vezes. Precisamos estar atentos e, cada vez que alguma paixão se manifestar, devemos combatê-la, enfraquecendo-a.

Porque as paixões ruins são como as ervas daninhas no jardim: elas crescem e tornam-se mais dominantes todos os dias. É preciso cortá-las diariamente, impedindo que cresçam e dominem o jardim. Mas a solução final só virá no dia em que a pessoa resolver arrancar pelas raízes as ervas daninhas, e então elas desaparecerão e não crescerão mais.

É nesse esforço e perseverança que o anjo da guarda nos ajuda; mas é preciso orar sempre, para que nós não nos afastemos dele, e aprendamos a ouvi-lo de verdade.

Orar! Temos tempo para tudo, menos para isso! O indivíduo se levanta de manhã e “Oh! Não dá tempo, eu preciso correr para o trabalho. . .”, e não ora.  Então deve acordar um pouco antes para que dê tempo de conversar com o seu anjo da guarda. Acorde 15 minutos antes e durante esses 15 minutos converse com seu protetor espiritual: “Amigo querido, me inspire nesse dia que está começando, me permita que eu possa lembrar de você durante o dia. Que eu possa sentir a sua presença nesse dia que vou ter hoje, me ajude nas escolhas que eu vou fazer, me ajude a ter paciência diante daquele companheiro de trabalho que me provoca, que às vezes me agride, que às vezes me ofende, me dê compreensão e serenidade para dominar a raiva que às vezes me vem, a tristeza que me vem!”

E vamos com isso abrindo o coração para um Espírito de ordem elevada, com quem podemos fazê-lo porque ele já nos conhece e ele não nos vai fazer o mal, ele não vai utilizar aquela informação para nos prejudicar; ele vai utilizar aquela informação para nos ajudar. Então abrimos nosso coração e vamos sentir algo diferente, vamos perceber uma presença especial, e durante o dia, nos momentos difíceis, vamos perceber a sua presença, o seu auxílio, porque iniciamos bem o dia, orando ao anjo guardião.

Mas não ore apenas de manhã na hora em que acordar! Se está passando por um momento complicado, vá a um lugar quieto e sossegado, o banheiro, por exemplo, e converse com o seu anjo da guarda; explique para ele a sua situação: Ele já a conhece, mas vai ser bom para você falar com ele, verbalizar os seus sentimentos. Você entra de um jeito e sai de outro. Mas converse francamente, como se conversa com o melhor amigo. Diga, por exemplo: “Amigo querido, está difícil, me ajude, me inspire no resto desse dia” e você vai percebendo coisas diferentes que vão acontecendo ao longo daquele dia, porque você aprendeu a escolher a sintonia certa, a sintonia com um Espírito de ordem elevada, e não com Espíritos inferiores.

O seu dia vai se modificar. É assim que muitos problemas são resolvidos sem que saibamos da participação de nosso protetor, nem das ações que ele teve em benefício de nossa saúde, atuando por meio dos passes para aliviar desconfortos que viriam se a situação orgânica piorasse, ou durante um momento acalorado em uma reunião, quando ele nos ajuda a manter a paciência e a calma!

E quando chega a noite, é hora de orar de novo, agradecendo por aquele dia especial! É um momento para agradecer a presença constante deste amigo e para pedir uma noite bem proveitosa; que essas horas de sono sejam bem aproveitadas para visitar lugares de boas vibrações, que ele nos leve para ambientes de estudo, e então amanheceremos com mais conhecimentos.

Portanto, sabendo aproveitar a colaboração desse amigo especial, nosso Protetor, ganharemos tanto durante o dia como durante a noite; e essa é a função desse Espírito bom, que nada nos pede, que nos orienta com equilíbrio, com amor, com alegria, e que nos foi dado por Deus, que conhece nossas necessidades de amparo.

A teoria dos anjos guardiães, trazida pelo Espiritismo, nos faz evidente a providência divina, nos socorrendo constantemente.

E é por isso que é preciso estudar Allan Kardec, para aprender mais Kardec e, sobretudo, para viver mais Allan Kardec, porque viver Kardec é viver Jesus.


*Observação. O texto acima foi retirado de uma exposição de viva voz. Como todo ensino oral, esta colocação pode não ser tão rigorosa com os sentidos das palavras, por efeito da proximidade entre as pessoas que conversam. É preciso, por isso, considerar que as definições dadas podem ser provisórias, e que alguns termos são usados em sentido figurado. Em todo caso, o fundo da mensagem não deixa equívocos.

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Cosme Massi é Físico, Doutor e Mestre em Lógica e Filosofia da Ciência pela UNICAMP. Foi professor, pró-reitor e diretor de diversas universidades no Brasil. Ganhador do Prêmio Moinho Santista em Lógica Matemática. Escritor, palestrante e estudioso das obras e do pensamento de Allan Kardec há mais de 30 anos. Idealizador do IDEAK (Instituto de Divulgação Espírita Allan Kardec) e da KARDECPEDIA, plataforma grátis para estudos das obras de Allan Kardec. Reúne mais de duzentas aulas de Espiritismo na plataforma KARDECPlay.


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