Os Anjos Guardiães — PARTE 1

Este texto contém informações de duas palestras de Cosme Massi sobre Anjos Guardiães, disponíveis em: Centro Espírita Apóstolo Matheus (a 17/07/2017, em Uchôa–SP) e Lar Espírita Alvorada Nova (a 03/12/2017, em Parnamirin–RN).

Transcrição de Rui Gomes Carneiro.


Allan Kardec aborda o tema anjos guardiães pela primeira vez em “O Livro dos Espíritos”, na sua “Segunda Parte”, ao tratar da intervenção dos Espíritos no mundo corporal.  Neste capítulo ele aborda um tipo de intervenção particular, que é a ação dos anjos guardiães. Os Espíritos nos dão instruções práticas de como nos dirigirmos a esses protetores, esclarecem-nos como ocorrem as suas ações para conosco, e nos ensinam como lhes aproveitar o auxílio para melhorar a nossa conduta. Esse é o papel dos anjos guardiães: ajudar-nos na evolução, no progresso espiritual. Antes de mais nada, vamos compreender a teoria dos anjos da guarda.

Então vejamos o item 490 de “O Livro dos Espíritos“, onde encontramos o conceito de anjo guardião no Espiritismo:

Que se deve entender por anjo guardião?

“O Espírito protetor pertencente a uma ordem elevada.”

Os Espíritos ensinam que o anjo guardião é “O Espírito protetor pertencente a uma ordem elevada.”

Vamos analisar essa resposta detalhadamente, já que ela é bastante complexa. Temos dois elementos importantes para explorar:  primeiro a ideia do “o”, e não de “um” protetor; e, depois, que ele é sempre de ordem elevada. Ao dizer “o” Espírito protetor, fica claro que existe uma individualidade especial que nos protege. Não foi dito “um” Espírito protetor, mas “o” Espírito protetor, o que é um indicativo importante de que nós temos um Espírito protetor de ordem elevada, chamado “anjo guardião”. Cabe ressaltar que, tecnicamente, Kardec utiliza a expressão “Espírito protetor” como sinônimo de “anjo guardião”. Kardec, ao desenvolver seus estudos, foi construindo uma nomenclatura que nos permite entender os diversos tipos de Espíritos.

Assim, não podemos confundir Espírito protetor, que é o anjo da guarda, com Espírito familiar, expressão que abriga os Espíritos da família, dos amigos e aqueles que nos são simpáticos, que são Espíritos que às vezes nos ajudam, nos protegem depois de terem morrido.

Mas esses Espíritos familiares nos ajudam somente porque eles querem ajudar, porque gostam de nós; não é uma missão que receberam. Já o anjo da guarda cumpre uma missão designada por Deus. Para deixar ainda mais claro o conceito de anjo guardião, os Espíritos acrescentam uma expressão que é técnica na construção kardequiana: “pertencente a uma ordem elevada”.

O conceito de ordem

Então é fundamental entendermos o significado desse termo ordem, que Kardec explicou antes da questão 490. Ao tratar da diversidade dos Espíritos, no primeiro capítulo da segunda parte de “O Livro dos Espíritos”, Kardec construiu a escala espírita, na qual todos os Espíritos podem ser colocados em um de três grupos, a que chamou de “ordens”. Usaremos a escala para compreender o significado do termo “Espírito elevado”. Comecemos pelo item 495 de “O Livro dos Espíritos”, em que Kardec pergunta:

Poderá dar-se que o Espírito protetor abandone o seu protegido, por se lhe mostrar este rebelde aos conselhos?

“Afasta-se, quando vê que seus conselhos são inúteis e que mais forte é, no seu protegido, a decisão de submeter-se à influência dos Espíritos inferiores.”

Assim, pode acontecer do Espírito protetor abandonar temporariamente seu protegido, quando este prefere submeter-se à influência dos Espíritos inferiores. A seguir, Kardec, na pergunta 496, vai nos informar o que é essa “ordem elevada”:

O Espírito que abandona o seu protegido, que deixa de lhe fazer bem, pode fazer-lhe mal?

“Os bons Espíritos nunca fazem mal. Deixam que o façam aqueles que lhes tomam o lugar. Costumais então lançar à conta da sorte as desgraças que vos acabrunham, quando só as sofreis por culpa vossa.”

Ao fazer essa pergunta Kardec quer deixar claro que ao usar a expressão “ordem elevada”, os Espíritos estão de fato se referindo à ordem elevada da escala espírita, que já fora estudada anteriormente a partir do item 100 de “O Livro dos Espíritos”. Nestas questões, os Espíritos haviam ensinado que, na escala espírita, só pertence à ordem elevada o Espírito que nunca faz o mal, em nenhuma circunstância.

E, ao responderem à questão, os Espíritos confirmam que se trata mesmo de referência à escala, ao responderem: “Os bons Espíritos nunca fazem o mal.”

Assim, a resposta deixa claro que o Espírito protetor é no mínimo um bom Espírito. Vejamos a resposta inteira:

“Os bons Espíritos nunca fazem mal. Deixam que o façam aqueles que lhes tomam o lugar. Costumais então lançar à conta da sorte as desgraças que vos acabrunham, quando só as sofreis por culpa vossa.”

Então os Espíritos esclarecem que se o Espírito protetor deixa seu protegido é porque este não segue os seus conselhos. No entanto, não é ele, Espírito protetor, que vai influenciá-lo para o mal, porque ele é um Espírito bom, de uma ordem elevada, e nunca faria o mal.

Mas para que possamos entender melhor a posição do Espírito protetor, vamos entender o conceito de “ordem” na Escala Espírita e na classificação binária utilizada também por Kardec:

Na escala espírita proposta por Kardec, os Espíritos são classificados em três ordens: a primeira ordem é a dos Espíritos puros ou perfeitos; a segunda ordem é a dos Espíritos bons, e a terceira ordem é a dos Espíritos imperfeitos. A terceira ordem é a ordem de mais baixo nível, é a ordem dos Espíritos imperfeitos. É nessa ordem que a grande maioria dos Espíritos que encarnam na Terra se encontram.

Além da escala espírita, que classifica os Espíritos de maneira ternária, Allan Kardec utiliza em diversos textos e questões os termos Espíritos elevados (ou superiores) e Espíritos inferiores, ou seja, faz uma classificação binária dos Espíritos.

Em decorrência disso, podemos fazer a seguinte inferência: os Espíritos elevados (ou superiores) são os Espíritos bons e os puros da escala espírita, enquanto os Espíritos inferiores são os imperfeitos da escala. ¹


¹ Cosme Massi, Os Espíritos e os Homens, página 23. Kardec Books. Ed. Nobiltà. N. do Transcritor.


A primeira ordem e a segunda ordem da escala espírita formam a ordem elevada da classificação binária, onde estão os Espíritos elevados ou superiores.

É importante perceber que ao nos referirmos aos Espíritos elevados estamos excluindo totalmente os Espíritos imperfeitos, que são os inferiores da classificação binária.

Assim, ressaltamos que ao usarem na questão 490 o termo “Espíritos de ordem elevada”, os Espíritos se referem a um Espírito bom ou a um Espírito puro. Não poderiam estar falando de Espíritos imperfeitos.

Distinções entre as ordens

Vamos entender qual a diferença entre um Espírito puro, um Espírito bom e um Espírito imperfeito para então situarmos o anjo guardião.

Vemos no quadro da escala espírita acima que nos Espíritos imperfeitos há predominância da matéria sobre o Espírito, propensão para o mal, ignorância, orgulho, egoísmo, inveja e todas as paixões que lhes são decorrentes. Esses são os Espíritos imperfeitos.

Mas o que significa predominância da matéria sobre o espírito? Significa que o Espírito imperfeito cultiva as chamadas más paixões, que são consequência da maior valorização da matéria em detrimento dos valores espirituais, do Espírito. Essa valorização da matéria provoca emoções ruins como ciúme, inveja, mágoa, raiva, tristeza, ódio entre outras, e essas emoções são chamadas de paixões inferiores. Apenas os Espíritos inferiores têm essas paixões ruins.

Para os Espíritos da segunda ordem a frase é oposta à da terceira ordem: há “predominância do Espírito sobre a matéria”, ou seja, os valores espirituais são prioritários frente aos materiais. Isso significa que o Espírito da segunda ordem, o Espírito bom, só cultiva as paixões boas, ele não sente as paixões ruins que são consequência do predomínio da matéria sobre o espírito. Então o Espírito bom não sente ciúme, não sente inveja, não sente orgulho, não sente o ódio, não têm nenhuma das emoções ruins.

É fácil saber se um Espírito é bom ou é imperfeito; é só ele responder a uma pergunta:  se responder “sim” é da terceira ordem, se responder “não”, é Espírito da segunda ordem. A pergunta é: você sente, pelo menos de vez em quando, não é preciso ser sempre, emoções como tristeza, ciúme, mágoa, raiva, ódio, egoísmo, orgulho? Pelo menos de vez em quando, você sente alguma delas? Como já dissemos, apenas os Espíritos imperfeitos têm essas paixões ruins.

Então o Espírito de ordem elevada, ou seja, da segunda ou primeira ordem, não tem emoções ruins, e nesse grupo estão os nossos anjos guardiães.

A cada Espírito, desde a sua criação, é designado um Espírito de ordem elevada que será o seu protetor, e que o acompanhará ao longo do processo evolutivo até que atinja a primeira ordem. Enquanto ele não atingir a primeira ordem terá um protetor, um anjo guardião.

Além de ser de ordem elevada, o Espírito protetor é superior ao protegido. Significa que alguém da terceira ordem terá o Espírito protetor da segunda ordem, um Espírito bom. Mas o Espírito bom também tem o seu anjo guardião, o seu protetor, que será superior a ele. Então o Espírito da segunda ordem, Espírito bom, terá um anjo guardião que será da primeira ordem. Allan Kardec, quando viveu na Terra, era da segunda ordem, então seu Espírito protetor era da primeira ordem, e, como sabemos, seu protetor era o Espírito de Verdade, Jesus Cristo

Desta forma, é importante ficar claro que a predominância da matéria sobre o espírito significa a predominância das emoções ruins. Vejamos um exemplo: se alguém pisa de propósito no pé de outra pessoa, não sem querer, mas de propósito, essa pessoa sente dor, é claro! Dor é uma sensação, e é muito comum que acompanhando essa sensação venham emoções: a raiva e a tristeza são exemplos; essas emoções, que decorrem da dor ou de outra sensação ou percepção que não a dor, são paixões, e, no caso em análise, paixões ruins.

Mas quem sofreu o pisão sempre sentiria raiva? Existiria diferença entre a emoção de um Espírito bom e a do Espírito de terceira ordem, o Espírito imperfeito? Sim, o Espírito bom não sentiria raiva, apesar de sentir a mesma dor, porque ele não tem qualquer emoção ruim! Essa é uma diferença entre Espírito bom e Espírito imperfeito. O Espírito de segunda ordem, ou bom, só tem emoções boas, mas isso não quer dizer que ele vá aprovar qualquer ação incorreta, nem que ele não vá chamar a atenção do protegido pela conduta incorreta. Ele reprova a conduta, sem raiva e sem ódio, sem qualquer tipo de emoção ruim; ele reprova a conduta, a ação. A raiva e o ódio não têm nada a ver com reprovar a conduta de uma pessoa. As paixões ruins são voltadas a pessoas, não a ações. Mas aprovar ou não o comportamento de uma pessoa é um critério de justiça que se pode aplicar, e então dizer: você errou. É possível dizer ao outro que ele errou, sem raiva dele.

Quando vamos estudar a primeira ordem a compreensão fica mais difícil:  eles não têm “nenhuma influência da matéria”; recordando: na terceira ordem havia predominância da matéria sobre o espírito; na segunda ordem a predominância do espírito sobre a matéria; e agora, na primeira ordem, não existe influência da matéria sobre o Espírito.

Na terceira ordem, com a predominância da matéria sobre o Espírito, existem as paixões ruins; na segunda ordem, com a predominância do espírito sobre a matéria, só existem as boas paixões; na primeira ordem, com a ausência de qualquer influência da matéria sobre o Espírito, não existem paixões, ou seja, suas emoções são tão puras que não carregam nenhuma marca da matéria.

Assim, o Espírito bom tem alegria, que é uma paixão boa, e essa alegria tem origem em uma percepção da matéria, como presenciar uma cena agradável; o Espírito perfeito também tem alegria, mas essa alegria não tem qualquer influência da matéria. O Espírito bom sente amor, uma paixão boa, e o Espírito puro também sente amor, mas não é paixão, ou seja, não vem da matéria. É amor de uma pureza que supera toda a influência da matéria, e ele não sofre qualquer influência da matéria. Os sentimentos de um Espírito puro não são afetados por nada que ocorra no mundo material. Eles são permanentemente felizes, amorosos, alegres. Nada lhes modifica esses sentimentos. Se nós já temos dificuldade para entender os sentimentos ou emoções de um Espírito bom, que dirá entender as emoções de um Espírito puro!

O Espírito da terceira ordem tem dificuldades para entender o que seja o Espírito de segunda ordem, alguém que nunca sente tristeza, mágoa, raiva, ódio, paixões que ele facilmente experimenta.

Mas vamos para um outro exercício:  vamos imaginar um Espírito que não tem nem essas boas paixões, que são os puros. Impossível, não é? Entender o que ocorre com o Espírito puro da escala espírita está além da nossa capacidade de investigação psicológica e intelectual. Eles têm emoções de uma pureza que nós não conseguimos nem imaginar, quanto mais sentir!

Não conseguimos entender um Espírito puro porque seus sentimentos estão muito distantes daquilo que nós conseguiríamos examinar por comparação com os nossos. Nós, da terceira ordem, conseguimos imaginar as emoções, as paixões de um Espírito bom, porque nós, mesmo tendo emoções ruins também temos as boas. Temos alegria, amor, são boas paixões. O problema não é termos paixões boas, o Espírito bom também as tem. Mas nós, da terceira ordem, além das boas temos as más, essa a diferença.

Podemos imaginar essas emoções boas do Espírito bom porque nós as temos de vez em quando; quem não sente amor de vez em quando, quem não sente alegria de vez em quando? Nós, imperfeitos ou inferiores temos os dois tipos de paixões, as boas misturadas com as más; o nosso problema é quando quem domina são as más, e elas nos levam a ter uma conduta no mal: estando com raiva podemos fazer uma bobagem, estando tristes podemos fazer outra bobagem. O Espírito bom, como só tem paixões boas, não tem más ações.

Como temos a experiência do que é uma boa paixão, já que temos a experiência do amor e da alegria, conseguimos entender essas emoções nos Espíritos bons, pois são emoções semelhantes, com origem no mundo exterior, na matéria. Mas a experiência do que é ter um sentimento puro sem nenhuma interferência da matéria não temos ainda; só as teremos quando formos Espíritos puros.

Então, não conseguimos nos colocar no lugar de um Espírito puro, não temos nenhuma possibilidade nem de imaginar seus sentimentos independentes da matéria. A felicidade, alegria, a paz etc. são sentimentos intrínsecos ao mundo interior do Espírito puro, o que impossibilita que eles tenham qualquer sentimento que venha da matéria, como qualquer paixão. Eles só sentem o que têm na alma, nunca têm sentimentos provocados por quaisquer situações que ocorram no mundo.

Deste modo, é por isso que na obra “A Gênese, os milagres e as predições segundo o Espiritismo”, ao estudar as passagens sobre Jesus que se encontram nos textos de Mateus, Marcos, Lucas e João, Kardec recusou várias delas, que foram relatadas como sendo fatos ocorridos, mas que seriam impossíveis de acontecer! Os evangelistas mostram Jesus triste, amargurado, raivoso, com medo, com paixões que nem mesmo Espíritos bons sentiriam, por serem paixões más; essas paixões só Espíritos imperfeitos as têm, jamais um Espírito puro como Jesus as sentiria. Por isso Kardec recusaria uma frase como “a paixão de Jesus”. Jesus não sofreu paixões, nem as boas nem as más, pois ele estava fora da influência da matéria. Ele estava muito além daquilo que nós podemos estudar e compreender.

Por outro lado, como Espíritos da terceira ordem nós não temos que ficar preocupados com a primeira ordem. É perder tempo, pois não vamos entender. Vamos nos preocupar com a segunda ordem, para onde precisamos ir o mais rápido possível, onde estão nossos anjos guardiães, os protetores dos Espíritos da terceira ordem.

A missão da guarda

Quando um Espírito é criado, a ele será designado um anjo guardião, e este o acompanhará por muito tempo, muitas encarnações; é claro que esse anjo guardião pode ser trocado, como ensina Kardec, porque o Espírito bom precisa desempenhar outras missões para o seu progresso, o que pode distanciá-lo do protegido. Nesse caso seria designado por Deus um outro Espírito de segunda ordem para ser o anjo protetor do Espírito de terceira ordem.

Todos os Espíritos que ainda têm alguma coisa a aprender têm seu anjo guardião: essa é uma lei da natureza, é uma coisa admirável que Deus nos deu; os Espíritos de segunda ordem, apesar de moralmente muito evoluídos e de serem protetores dos de terceira ordem, ainda contam com seus anjos guardiães, Espíritos da primeira ordem, puros, pois ainda precisam aprender.

Então, sem exceção, não há nenhum Espírito da terceira ordem que não tenha um anjo guardião da segunda ordem. Isso significa que temos um Espírito dessa envergadura que nos aconselha e nos ampara 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Quando se diz que o anjo guardião está unido a nós não significa que ele esteja ao nosso lado o tempo todo; na teoria dos anjos guardiães, os Espíritos explicam que os anjos da guarda captam os nossos pensamentos, os nossos desejos, os nossos sentimentos de onde eles estiverem! Portanto, não é preciso que estejam ao lado do protegido; eles podem estar cumprindo uma outra missão, uma tarefa em algum outro lugar, mas de onde eles estiverem eles captam os nossos pensamentos, e de onde estiverem nos inspiram, nos orientam, sempre através dos pensamentos. Ele não vai nos esquecer: um Espírito da segunda ordem cumpre a missão que Deus lhe dá; ele não é um Espírito de terceira ordem, que não cumpre a lei Divina.

Assim, os anjos guardiães são tão elevados que conseguem a ação à distância; não precisam estar na presença do protegido. É claro que ele pode estar ao nosso lado quando julga isso importante, mas não há necessidade dessa proximidade física. (Continua na parte 2.)


*Observação. O texto acima foi retirado de uma exposição de viva voz. Como todo ensino oral, esta colocação pode não ser tão rigorosa com os sentidos das palavras, por efeito da proximidade entre as pessoas que conversam. É preciso, por isso, considerar que as definições dadas podem ser provisórias, e que alguns termos são usados em sentido figurado. Em todo caso, o fundo da mensagem não deixa equívocos.


Cosme Massi é Físico, Doutor e Mestre em Lógica e Filosofia da Ciência pela UNICAMP. Foi professor, pró-reitor e diretor de diversas universidades no Brasil. Ganhador do Prêmio Moinho Santista em Lógica Matemática. Escritor, palestrante e estudioso das obras e do pensamento de Allan Kardec há mais de 30 anos. Idealizador do IDEAK (Instituto de Divulgação Espírita Allan Kardec) e da KARDECPEDIA, plataforma grátis para estudos das obras de Allan Kardec. Reúne mais de duzentas aulas de Espiritismo na plataforma KARDECPlay.


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