a visao dos espiritos

A Visão dos Espíritos

Texto escrito por Sueli Lemos Lima.

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A Visão dos Espíritos

O seguinte estudo é baseado nas informações contidas nas obras da Codificação Espírita e tem o objetivo de facilitar o entendimento sobre A VISÃO DOS ESPÍRITOS.

Muitas pessoas imaginam que os Espíritos[1] possuem olhos, tal qual os humanos têm, pois relacionam a aparência do Espírito, que possui a forma humana, à sua função fisiológica. Esse entendimento é uma das consequências da nossa tendência em materializar as coisas espirituais, sempre fazendo analogias com o que conhecemos.  Um estudo atencioso das obras fundamentais da Doutrina Espírita, cuja autoria é de Espíritos superiores em conjunto com outro igual, em estado de encarnado, o nobre e querido mestre, Allan Kardec, nos permite compreender esse assunto de forma clara e inequívoca.

Encontramos vários textos nas obras escritas por Kardec em que trata das percepções dos Espíritos. No estudo presente vamos nos limitar à percepção da VISÃO dos Espíritos.

Para iniciarmos, escolhemos a seguinte questão de O Livro dos Espíritos – (OLE) – para trazer esse esclarecimento:

245. Os Espíritos têm circunscrita a visão, como os seres corpóreos?

R: “Não, ela reside neles.”

A resposta acima nos faz questionar ONDE, então, reside a visão dos Espíritos, já que a visão não é circunscrita, como nos seres corpóreos, pois estes possuem um órgão específico para tal, os olhos.

Os Espíritos superiores ao responderem a Kardec a respeito da definição sobre o que são os Espíritos, informam que a nossa linguagem é deficiente no sentido de poderem usar algum termo de comparação para que pudessem nos explicar. Contudo, informam que os Espíritos são os seres inteligentes da criação, que é a matéria quintessenciada, tão etérea que escapa inteiramente ao alcance dos nossos sentidos e entendimento e que, por isso, inexiste termo que servisse de analogia que pudessem usar para fazer uma comparação. 

De posse desse entendimento Kardec então pergunta aos Espíritos, ainda em OLE:

93. O Espírito, propriamente dito, nenhuma cobertura tem, ou, como pretendem alguns, está sempre envolto numa substância qualquer?

R: “Envolve-o uma substância, vaporosa para ti, mas ainda bastante grosseira para nós; extremamente vaporosa, entretanto, para poder elevar-se na atmosfera e transportar-se aonde queira.”

A esse envoltório vaporoso do Espírito, Kardec denominou de Perispírito.

Ao longo das vinte e três obras escritas por Allan Kardec, encontramos algumas outras definições e conceitos sobre o perispírito, mas é na definição abaixo, que consta no livro A Gênese – capítulo XIV, item II, que vamos encontrar a resposta que mais satisfaz ao nosso estudo em questão:

O perispírito é o órgão sensitivo do Espírito, por meio do qual este percebe coisas espirituais que escapam aos sentidos corpóreos. Pelos órgãos do corpo, a visão, a audição e as diversas sensações são localizadas e limitadas à percepção das coisas materiais; pelo sentido espiritual, ou psíquico, elas se generalizam: o Espírito vê, ouve e sente, por todo o seu ser, tudo o que se encontra na esfera de irradiação do seu fluido perispirítico.

É interessante observar a afirmação de Kardec de que o perispírito é o órgão sensitivo do Espírito, ou seja, o órgão que permite ao Espírito obter, de forma generalizada, as sensações e percepções do mundo exterior e ao alcance da sua irradiação fluídica.

Tendo esclarecido que a visão dos Espíritos se faz por todo o seu perispírito, outros questionamentos se fazem consequentes, tais como: 

  1. É necessário que haja luz para que os Espíritos vejam? 
  2. Por que alguns Espíritos dizem estar nas trevas? 
  3. Existe obstáculo material que impeça a visão dos Espíritos? 
  4. Todos os Espíritos possuem o mesmo alcance de visão? 

Para todas essas questões temos respostas dos Espíritos superiores que participaram da Codificação Espírita, respostas estas admitidas pelo Controle Universal do Ensino dos Espíritos e sancionadas pelo pensamento criterioso, lógico e racional de Allan Kardec.

Assim, passemos para o estudo sobre os questionamentos acima. Segue o primeiro:

1. É necessário que haja luz para que os Espíritos vejam?

Em OLE encontramos uma pergunta de Kardec bem específica sobre esse assunto:

246. Precisam (os Espíritos) da luz para ver?

Veem por si mesmos, sem precisarem de luz exterior

Ou ainda em OLE, no capítulo VI – Ensaio teórico da sensação dos Espíritos:

Pelo que concerne à vista, essa, para o Espírito, independe da luz qual a temos. A faculdade de ver é um atributo essencial da alma, para quem a obscuridade não existe.

As respostas são precisas em esclarecer que a visão do Espírito é um atributo da alma, ou seja, é uma propriedade essencial da alma, e deduzimos que não existe lugar, por mais obscuro que seja, em que os Espíritos não possam ver. 

As duas explicações acima nos deixam agora com outra indagação, pois sabemos que não poucos Espíritos se comunicam em reuniões mediúnicas relatando seu sofrimento no mundo espiritual, descrevendo que estão no escuro, que tudo é obscuridade, trevas. Como entender então esses relatos?

Essa questão nos remete à nossa segunda pergunta proposta para este estudo:

2. Por que alguns Espíritos dizem estar nas trevas? 

Para esta suposição existiriam duas possibilidades: 

  1. Existem lugares obscuros (trevas) no mundo espiritual;
  2. Alguns Espíritos podem perder a visão.

Vejamos a primeira possibilidade:

É perfeitamente possível imaginarmos um local escuro no mundo espiritual, visto que essa situação é real no mundo material. Ao olharmos o céu à noite percebemos muito mais espaços sem luz do que iluminado pelas estrelas. Não seriam esses espaços regiões demasiado escuras onde o Espírito nada pudesse enxergar? Ou ainda, poderia haver alguns lugares específicos em que não houvesse luz?

Em A Gênese, capítulo XIV, Kardec discorre exatamente sobre a luz espiritual:

24. Pois que a visão espiritual não se opera por meio dos olhos do corpo, segue-se que a percepção das coisas não se verifica mediante a luz ordinária: de fato, a luz material é feita para o mundo material; para o mundo espiritual, uma luz especial existe, cuja natureza desconhecemos, que é, sem dúvida, uma das propriedades do fluido etéreo, adequada às percepções visuais da alma. Há, portanto, luz material e luz espiritual. A primeira emana de focos circunscritos aos corpos luminosos; a segunda tem o seu foco em toda parte.

Ou seja, nossos sentidos materiais são insuficientes para perceber uma luz especial presente no fluido etéreo, ou universal, que ilumina o mundo espiritual e que é apropriada à percepção da visão dos Espíritos e, por isso, não existem lugares escuros para eles.

Para a segunda possibilidade temos o complemento da resposta à questão 246 acima que traz o seguinte:

246 …. Para os Espíritos não há trevas, salvo os que podem achar-se por expiação. 

Notamos que foi introduzido uma informação nova, cuja ideia está também na seguinte passagem da obra O Que é o Espiritismo (OQE), capítulo II:

“17. Os Espíritos possuem todas as percepções que tinham na Terra, porém em grau mais alto, porque as suas faculdades não estão amortecidas pela matéria; eles têm sensações desconhecidas por nós, veem e ouvem coisas que os nossos sentidos limitados nos não permitem ver nem ouvir. Para eles não há obscuridade, excetuando-se aqueles que, por punição, se acham temporariamente nas trevas.”

O complemento da resposta da questão 246 de OLE, bem como o item 17 de OQE, destacados acima, podem deixar alguns leitores bastante intrigados necessitando de mais reflexões. 

A primeira reflexão seria a de poder o Espírito expiar suas faltas durante a erraticidade? 

Muitos entendem que a punição ou expiação apenas se dá no mundo corporal, quando estamos encarnados. Para esse esclarecimento escolhemos a seguinte questão de OLE para trazer a explicação necessária:

998. A expiação se cumpre no estado corporal ou no estado espiritual?

A expiação se cumpre, durante a existência corporal, mediante as provas a que o Espírito se acha submetido e, na vida espiritual, pelos sofrimentos morais inerentes ao estado de inferioridade do Espírito.”

Assim, concluímos que alguns Espíritos podem ter a visão espiritual obliterada (anulação da percepção visual), não por existirem lugares de trevas no mundo espiritual nem porque podem perder a visão, mas sim por sofrerem uma punição ou expiação, em obediência às leis divinas.

Como sabemos que todos os Espíritos progridem, e que todos irão passar e vencer suas provas e expiações, deduzimos que esse estado de obliteração visual é equivalente à duração da expiação na vida espiritual.

Então, o que condiciona para que os Espíritos se livrem dessa obliteração visual temporária?

Na obra O Céu e o Inferno, capítulo VII – Código penal da vida futura, Kardec esclarece sobre a condição para o término da expiação na vida espiritual: “Assim que se manifestam nele as primeiras luzes do arrependimento, Deus lhe faz entrever a esperança”.  Ou seja, o arrependimento é condição necessária para que o Espírito saia da situação de expiação que anulava a sua percepção de ver e poder então recuperar a sua visão espiritual, obliterada provisoriamente.

E continua no mesmo capítulo:

“Para o criminoso, a visão incessante de suas vítimas e das circunstâncias do crime é um cruel suplício.

Certos Espíritos estão mergulhados em espessas trevas; outros estão num isolamento absoluto no meio do espaço, atormentados pela ignorância de sua posição e de seu destino. Os mais culpados sofrem torturas tanto mais pungentes quanto não lhes veem o fim. Muitos são privados da visão dos seres que lhes são caros. Todos, geralmente, suportam com intensidade relativa os males, as dores e as necessidades que fizeram suportar aos outros, até que o arrependimento e o desejo de reparação venham trazer um alívio, fazendo entrever a possibilidade de pôr, por si mesmo, um fim a essa situação.”

Colocamos abaixo um pequeno trecho da História de um Danado, relatada na Revista Espírita de fevereiro/1860, em que São Luis responde a uma pergunta de Kardec:

“14. ─ Esse Espírito é sofredor e infeliz. Podeis descrever o gênero de sofrimento que experimenta? 

─ Ele está persuadido de que terá de ficar eternamente na situação em que se encontra. Vê-se constantemente no momento em que praticou o crime. Qualquer outra lembrança lhe foi apagada e qualquer comunicação com outro Espírito foi interdita. Na Terra, só pode ficar naquela casa, e quando no espaço, nas trevas e na solidão.”

Essa história é muito interessante e comovente e o leitor tem a oportunidade de acompanhar a modificação moral desse Espírito até o momento em que ele se arrepende dos crimes cometidos. 

Sigamos para o nosso terceiro questionamento:

3. Existe obstáculo material que impeça aos Espíritos de verem? 

“25. Assim, envolta no seu perispírito, a alma tem consigo o seu princípio luminoso. Penetrando a matéria por virtude da sua essência etérea, não há, para a sua visão, corpos opacos.”

Esse trecho se encontra no livro A Gênese, capítulo XIV, quando Kardec faz o estudo das formas que a alma tem de se emancipar.

“No Espírito, a faculdade de ver é uma propriedade inerente à sua natureza e que reside em todo o seu ser, como a luz reside em todas as partes de um corpo luminoso. É uma espécie de lucidez (claridade) universal que se estende a tudo, que abrange simultaneamente o espaço, os tempos e as coisas, lucidez para a qual não há trevas, nem obstáculos materiais. Compreende-se que deva ser assim. No homem, a visão se dá pelo funcionamento de um órgão que a luz impressiona. Daí se segue que, não havendo luz, o homem fica na obscuridade. No Espírito, como a faculdade de ver constitui um atributo seu, abstração feita de qualquer agente exterior, a visão independe da luz.”

No mesmo capítulo, ele diz que a luz espiritual “tem seu foco em toda parte: tal a razão por que não há obstáculo para a visão espiritual, que não é embaraçada nem pela distância, nem pela opacidade da matéria, não existindo para ela a obscuridade. O mundo espiritual é, pois, iluminado pela luz espiritual, que tem seus efeitos próprios, como o mundo material é iluminado pela luz solar.

Ou ainda:

Assim, envolta no seu perispírito, a alma tem consigo o seu princípio luminoso. Penetrando a matéria por virtude da sua essência etérea, não há, para a sua visão, corpos opacos.

Uma outra história narrada na Revista Espírita de maio/1859, sob o título Cenas da vida particular espírita, um Espírito leviano trava um diálogo com um médium que, em determinado momento da conversa, assim lhe pergunta:

“12. ─ Dize-me, então, como entraste aqui.

─ Esta é boa! Porventura temos necessidade de tocar a campainha?

13. ─ Então podes ir a toda parte e entrar em qualquer lugar?

─ Mas é claro que sim, e sem fazer-me anunciar! Não é à toa que somos Espíritos”.

A leitura dessa história é muito indicada para a instrução de todo estudioso espírita, pois tem aí a oportunidade de também apreciar a modificação do estado moral do Espírito mediante a conversa fraterna e conselhos que recebe.

Passemos agora para quarto e último questionamento:

4. Todos os Espíritos possuem o mesmo alcance de visão? 

Depois de todas essas preciosas informações sobre a visão dos Espíritos dadas por Kardec e pelos Espíritos da Codificação espírita, ainda mais uma se formula, mediante o conhecimento de que existem Espíritos de inúmeros graus de aperfeiçoamento. Então, naturalmente, uma questão a mais se delineia: A visão dos Espíritos é igual para todos, ou o alcance da visão pode variar com o nível evolutivo do Espírito?

Em O céu e o inferno – Capítulo III – O céu – encontramos o seguinte texto:

Os Espíritos são criados simples e ignorantes, mas com a aptidão de adquirir tudo e de progredir, em virtude de seu livre-arbítrio. Pelo progresso, eles adquirem novos conhecimentos, novas faculdades, novas percepções, e, por conseguinte, novos prazeres desconhecidos dos Espíritos inferiores; eles veem, ouvem, sentem e compreendem o que os espíritos atrasados não podem ver, nem ouvir, nem sentir, nem compreender. 

E em OLE, no capítulo VI – Ensaio teórico da sensação dos Espíritos, temos:

É, contudo, mais extensa, mais penetrante nas mais purificadas. A alma, ou o Espírito, tem, pois, em si mesma, a faculdade de todas as percepções. Estas, na vida corpórea, se obliteram pela grosseria dos órgãos do corpo; na vida extracorpórea, se vão desanuviando, à proporção que o envoltório semimaterial se eteriza.”

Essa explicação é muito lógica e fácil de compreender, pois à proporção que o Espírito evolui, sua visão, que se faz através do perispírito, vai se ampliando ao atravessar os fluidos perispirituais cada vez mais etéreos. É como ver, inicialmente, através de um vidro embaçado e que, gradualmente, vai ficando transparente até não se perceber mais que existe.

Em A gênese – Capítulo XIV, ainda temos uma excelente explicação:

“Assim, envolta no seu perispírito, a alma tem consigo o seu princípio luminoso. Penetrando a matéria por virtude da sua essência etérea, não há, para a sua visão, corpos opacos. Entretanto, a vista espiritual não é idêntica, quer em extensão, quer em penetração, para todos os Espíritos. Somente os Espíritos puros a possuem em todo o seu poder. Nos inferiores ela se acha enfraquecida pela relativa grosseria do perispírito, que se lhe interpõe qual nevoeiro.”


          Por isso que, “embora estando um ao lado do outro, um (Espírito) pode estar nas trevas, ao passo que tudo é resplandecente à volta do outro, absolutamente como para um cego e alguém que vê, que se dão as mãos: um percebe a luz, a qual não faz nenhuma impressão no seu vizinho. O céu e o inferno – Capítulo III – O céu.

Segue abaixo o relato de dois Espíritos ante à felicidade de poderem ver, sentir e fazer coisas inéditas no mundo espiritual ao saírem melhores, mais evoluídos, de uma encarnação.

“Para a alma que aspira à liberdade, como é longo o tempo na Terra, e como se faz esperar o momento tão sonhado! Mas, também, uma vez rompido o laço, com que rapidez o Espírito corre e voa para o reino celeste, que em vida via em sonhos e ao qual aspirava sem cessar! O belo, o infinito, o impalpável, todos os mais puros sentimentos, eis o apanágio dos que desprezam os tesouros humanos, querendo avançar no caminho reto do bem, da caridade e do dever. Tenho minha recompensa e sou muito feliz, porque agora não mais espero visitas daqueles que me são caros; agora não há mais limites para a minha visão, e esse sofrimento, esse longo emagrecimento do corpo terminou; sou alegre, contente, cheia de vivacidade. Não espero mais visitantes, eu vou visitá-los.


ERNESTINE DOZON.   – Revista Espírita de outubro/1867 – Os Adeuses

E no diálogo de Allan Kardec com a Sra. Duret, na RE de junho de 1860:

47. ─ O mundo dos Espíritos vos pareceu uma coisa estranha e nova?

─ Oh! Sim.

48. ─ Esta resposta nos admira, porque não é a primeira vez que vos achais no mundo dos Espíritos.

─ Isto nada tem de que se deva admirar. Eu não era tão adiantada quanto hoje. E depois, a diferença é tão grande entre o mundo corporal e o dos Espíritos, que surpreende sempre.

49. ─ Vossa explicação poderia ser mais clara. Isto não seria porque cada vez que se retorna ao mundo dos Espíritos, os progressos realizados dão novas percepções e permitem encará-lo sob outro aspecto?

─ É bem isto. Eu vos disse que não era tão adiantada quanto hoje.

 Essa lei que rege as percepções dos Espíritos, nos remete também ao estado de felicidade absoluta que cada um está submetido, que é inerente às qualidades que adquirem. Quanto mais evoluídos são os Espíritos, mais percepções possuem, e sua visão vai alcançando cada vez mais as belezas da criação divina, esplendores do mundo espiritual, descortinados aos poucos, à proporção que também cresce a visão e compreensão de Deus.

NOTA

  1. O termo Espíritos se refere ao estado dos seres humanos desencarnados, um ser duplo, composto de alma e seu corpo espiritual. 

Texto escrito por Sueli Lemos Lima, Engenheira Civil pela UFBA. No Espiritismo é voluntária no Centro Espírita Paulo e Estevão em Salvador/BA, atuando na Coordenação de Departamento Doutrinário como facilitadora de Grupos de Estudos, realizando Atendimento Fraterno e como expositora em Doutrinárias. É participante do Grupo de Estudos do IDEAK.

“Agradeço em especial ao IDEAK que criou e disponibilizou a maravilhosa ferramenta KARDECPEDIA, que facilitou imensamente o trabalho de estudo e pesquisa nas obras de Kardec. Sem ela, esse trabalho duraria bem mais tempo e talvez não possuísse todos os textos citados. Agradeço, sobretudo, ao professor Cosme Massi, que me ajuda constantemente a estudar a obra incomparável de Allan Kardec.”

Todos os nossos produtos são criados para estudiosos da Filosofia Espírita e baseiam-se nas obras e pensamento de Allan Kardec. Todos os valores arrecadados são destinados ao Instituto IDEAK (Instituto de Divulgação Espírita Allan Kardec).  Este é um projetoIDEAKKARDECPEDIA | KARDECPlay | KARDECBooks.